segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Realidade aumentada RA

Realidade Aumentada é uma “técnica” utilizada para unir o real com o virtual através da utilização de um marcador e uma webcam ou de uma câmera de celular, ou seja, é a inserção de objetos virtuais no ambiente físico, mostrada ao usuário em tempo real com o apoio de algum dispositivo tecnológico, usando a interface do ambiente real, adaptada para visualizar e manipular os objetos reais e virtuais.

A realidade aumentada funciona de diversas formas, uma delas (a mais usada) funciona através do reconhecimento de um símbolo que chamamos de marcador.
O software processa a imagem captada por uma câmera (webcam) e identifica o posicionamento do símbolo, em seguida, o software disponibiliza um objeto virtual (realidade aumentada) com base neste posicionamento, veja na figura abaixo:


Realidade Aumentada (RA)

As vantagens da realidade aumentada é que uma novidade criativa que todo mundo gosta, interagi e divertir o público-alvo, qualquer pessoa consegue utilizar e é muito utilizado em campanhas impressas, como revista e embalagens de produtos.

Atualmente diversas empresas estão utilizando a RA para divulgar e posicionar suas marcas no mercado de forma diferente e criativa, criando uma experiência positiva com seu público-alvo. 

Cuidado para não confundirem QR Code com Realidade aumentada. Lembrando que Qr Code é um código de barras, e a RA é a junção do real com o virtual. 

Qualquer dúvida é só perguntar no comentário.  

Projeto Betra agradece.

QR Codes

QR code é um código de barras em 2D que pode ser escaneado pela maioria dos aparelhos celulares que têm câmera fotográfica. Esse código, após a decodificação, passa a ser um trecho de texto, um link e/ou um link que irá redirecionar o acesso ao conteúdo publicado em algum site ou ate mesmo sms. Então podemos dizer que o QR Code pode armazenar grandes textos em um pequeno código de barras. Muitas pessoas o chamam de um código de barras moderno.
Descubra a mensagem contida na imagem (R. Silva)

Cada vez mais presente em ações de marketing, os QR Codes ainda se parecem mais com um enigma do que com um meio de transmitir rapidamente informações a dispositivos móveis.

Inicialmente criado pela empresa japonesa Denso-Wave em 1994 para identificar peças na indústria automobilística, desde 2003 é usado para adicionar dados a telefones celulares através da câmera fotográfica. Os “QR Codes” estão sendo usados em muitas revistas, campanhas publicitárias e até mesmo em games. 

Para criar o seu próprio QR Code, existem programas que podem ser instalados no PC ou podem ser gerados por serviços gratuitos disponibilizados em sites. Acessando o site, é possível criar um QR Code personalizado.
Selecione o tipo de mensagem que será codificada.
Gerando um QR Code através de serviço gratuito (Foto: Reprodução)
No exemplo, a opção foi feita pela mensagem de texto. Nessa opção serão codificadas mensagens de até 250 caracteres. Após digitar o texto da mensagem, clique no botão “Generate”. A imagem contendo o QR Code pode ser baixada ou ter o seu link disponibilizado para ser publicado em sites e blogs.

Para que o código possa ser escaneado, é preciso contar com um aparelho celular que possua câmera digital e um software de leitura para QR Code. O aplicativo que eu recomendo está nesse site aqui  www.i-nigma.com.
O procedimento de leitura de um QR Code é simples. Execute o aplicativo instalado no seu celular, posicione a câmera digital de maneira que o código seja escaneado. Em instantes, o programa irá exibir o conteúdo decodificado ou irá redirecioná-lo para o site do link que estava no código.
Vale salientar que, em situações que necessitem visualizar o conteúdo em algum site, o aparelho celular deverá contar também com funcionalidade de navegação e com um plano de dados. Qualquer dúvida é só perguntar no comentário. 
Projeto Betra agradece.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Qual a diferença entre HTTP e HTTPS?

Quando acessamos sites de banco ou lojas virtuais para realizar transações financeiras, recebemos inúmeros avisos para verificar o cadeado de segurança ou observar a sigla HTTPS na barra de endereços do navegador. Nesse artigo, explicarei a importância do HTTPS na Internet e quais as principais vantagens e desvantagens de usar o HTTPS, tanto para o usuário quanto para o servidor do serviço na Web.

Exemplo de sites com HTTPS e certificado (Foto: Reprodução / Cert.br)

O protocolo de transferência de hipertexto (HTTP – HyperText Transfer Protocol) é o protocolo padrão para a Web. Através dele, os navegadores requisitam as páginas da Web e as recebem. Dessa forma, o HTTP define, entre outras formalidades, como são requisitadas as páginas da Web, como são enviados os dados que o usuário insere em formulários e como o servidor envia mensagens de erro para o navegador do usuário. No entanto, como o HTTP é um protocolo baseado em texto, ou seja, toda a informação transmitida está em texto, os dados do usuário e do servidor podem ser interceptados ou alterados no meio do caminho.
Nesse contexto, um usuário na rede pode interceptar os seus dados e lê-los ou, pior, alterar a página que você recebe ou a informação que envia para o servidor. De fato, problemas mais graves e imediatos podem acontecer com transações financeiras, como é o caso de uma transferência bancária. Se o site do banco fosse com HTTP e um usuário mal-intencionado desejasse alterar uma ordem de transferência para depositar o dinheiro na conta dele, esse usuário poderia fazer tranquilamente, pois não há nenhum mecanismo de segurança no protocolo HTTP. Veja essa tirinha abaixo.
Tirinha ilustrando um usuário sendo enganado por um usuário malicioso (Foto: Reprodução / Eilicito.wordpress.com)
Com o uso do HTTPS, que é o HTTP seguro, adiciona-se alguns princípios de segurança, como confidencialidade, integridade e autenticação. Por confidencialidade, entende-se que a mensagem só é lida pelo destinatário real da mensagem, exemplo o banco só ele irá ver sua conta. A integridade representa que a mensagem não foi alterada e o princípio da autenticação prova que o servidor é realmente quem diz ser. Nesse artigo, apresenta-se, portanto, os mecanismos utilizados pelo HTTPS para atingir esses três princípios básicos.
A maioria das explicações resume o HTTPS como um HTTP com o SSL (Secure Sockets Layer) ou, seu sucessor, o TLS (Transport Layer Security). TLS ou SSL são camadas de segurança que fornecem confidencialidade e integridade. No entanto, a autenticação dos sites da Web é feita pelos certificados e pela infraestrutura de chaves públicas da Internet. No entanto, neste artigo, abordaremos as questões mais conceituais. A base do TLS/SSL e dos certificados da Internet é a criptografia.
Para a construção de um Website com HTTPS, o administrador do site precisa criar um par de chaves, uma pública e uma privada. Assim, quando um usuário solicita uma conexão com esse site, o servidor envia a sua chave pública para o usuário. De posse da chave pública, o usuário pode se comunicar com o servidor, garantindo que todas as mensagens enviadas para o servidor somente serão lidas pelo servidor, pois apenas o servidor possui a chave privada. Basta, para isso, que o navegador do usuário encripte todas as requisições e decripte as respostas recebidas com a chave pública do servidor.
Dessa forma, garante-se a confidencialidade, pois o usuário tem certeza que apenas o servidor vai receber suas mensagens e que foi o servidor quem enviou aquela mensagem. De fato, o procedimento na prática é mais complexo, pois utilizar o par de chaves assimétricas para a troca de dados demanda muito processamento. Então, no início da conexão, o servidor e o usuário combinam uma chave simétrica única e aleatória para a conexão. Na prática, é a mesma segurança, pois só os dois conhecem a chave simétrica.
Para garantir a integridade, o TLS/SSL adiciona a cada mensagem, seja ela requisição ou resposta, um código. Esse código é denominado MAC (Message Authentication Code) e busca permitir ao destinatário detectar se a mensagem foi alterada. Seu funcionamento é simples. Calcula-se um resumo (Hash) de cada mensagem e envia-se esse resumo junto com a mensagem. Assim, quando o destinatário receber a mensagem, deve calcular o mesmo resumo e verificar se o resumo calculado é igual ao recebido. Se for igual, a mensagem não foi alterada, mas se for diferente, o destinatário deve descartar a mensagem e pedir uma nova.
Assim, com o TLS/SSL adicionado ao HTTP, o HTTPS garante tanto a confidencialidade quanto a integridade das requisições e respostas do protocolo. No entanto, apenas com o TLS/SSL não é possível garantir que o servidor é realmente quem ele diz ser. Isso ocorre, pois a chave pública é enviada para o navegador pelo próprio servidor Web. Dessa forma, se o usuário malicioso falar com o usuário como se fosse o servidor, o usuário envia os dados para o usuário malicioso pensando que está conversando com o servidor legítimo. Para evitar esse problema, na Internet, criou-se uma infraestrutura de chaves públicas.

Assim, após criar o seu par de chaves, o administrador do Website deve registrar esse par de chaves em uma autoridade certificadora da Internet. A autoridade certificadora funciona como um cartório do mundo real e emite um certificado confirmando que aquela chave pública é realmente do site. Esse processo, nos certificados mais fortes, envolve, inclusive, o sócio do site indo pessoalmente até a sede da autoridade certificadora portando os documentos legais da empresa. Dessa forma, quando um site possui um certificado, o navegador o exibe com todas as informações da empresa que o emitiu.
O funcionamento é simples, quando o servidor envia a chave pública para o usuário, ele também envia o certificado que atesta a validade da chave pública. Assim, o usuário consulta a autoridade certificadora para verificar o certificado, que pode inclusive ter sido revogado. Caso a autoridade certificadora ateste a validade do certificado, o navegador confia na chave pública recebida e se comunica com o servidor tendo a certeza de que é o servidor legítimo.
Exemplo de certificado de servidor legítimo do banco do brasil (Foto: Reprodução / Pedro Pisa)
Para o usuário, o site com HTTPS oferece a vantagem da segurança. No entanto, podemos nos perguntar por que todos os sites não utilizam HTTPS. A resposta é custo e desempenho. Primeiramente, a validação do certificado pela autoridade certificadora é cobrada, custando, em algumas modalidades, mais de R$ 3.000,00 (três mil reais) por ano. Nem todos os serviços na Web desejam ou podem pagar quantias como essas.

Além disso, utilizar HTTPS nos serviços web reduz drasticamente o desempenho da comunicação. Por esses motivos, os sites evitam utilizar o HTTPS, reservando-o apenas para as transações mais sensíveis, como as financeiras. No entanto, não esqueça de observar o uso correto do HTTPS também em redes sociais, serviços de e-mail, discos virtuais e outras aplicações que exijam senhas ou o envio de dados pessoais. Essas informações também são sensíveis e requerem cuidado ao serem enviadas na Internet.
Finalizamos este artigo deixando o espaço de comentários para nossos leitores. Utilize esse espaço para deixar comentários, dúvidas ou mesmo contar experiências com serviços na Internet que não utilizam ou utilizam erradamente o HTTPS. Esse espaço é seu e até a próxima. Espero ter sido útil.

Qual a diferença entre filtro de linha, nobreak e estabilizador?

Para proteger o seu computador, videogame ou outro aparelho eletrônico da variação da rede elétrica, existem alguns equipamentos específicos no mercado, que são conhecidos como filtro de linha, nobreak e o estabilizador. Mas você sabe qual a diferença entre eles e o que cada um faz? Aposto que não. Então entenda as principais diferenças entre esses produtos e saiba como escolher o que melhor atende às suas necessidades:
Filtro de linha, estabilizador e nobreak (Foto: Divulgação)

Filtro de Linha
Os filtros de linha, também chamados popularmente de “réguas”, são dispositivos equipados com um fusível, varistores, capacitores e indutores. O objetivo deste equipamento é evitar a passagem de altas correntes para os aparelhos nele conectados. Quando isso ocorre, o fusível “queima”, ou seja, corta a energia que alimenta o filtro.
Os varistores, em combinação com capacitores e indutores, controlam a entrada de longos picos de voltagem, além de garantir filtragem contra altas frequências, produzidas por equipamentos como liquidificadores, batedeiras, alguns ventiladores, entre outros.
Filtros de linha permitem a conexão segura de diversos aparelhos eletrônicos (Foto: Reprodução)
Existem diversos tipos de filtros de linha no mercado. Alguns modelos, inclusive, tentam enganar o consumidor, por não conter tais componentes eletrônicos, servindo somente como um multiplicador de tomadas. Por este motivo, é importante observar atentamente as características do produto.
Procure por descrições como “Protetor contra surtos”, incluindo características de cuidados contra curto-circuito, sobrecargas e descargas elétricas. Além disso, o selo do Inmetro é indispensável. Os preços dos filtros de linha variam bastante, dependendo da quantidade de tomadas, características e qualidade do material. É possível encontrar modelos de boa qualidade por preços na faixa de R$ 25 a R$ 60. 
Estabilizador
O estabilizador é o equipamento utilizado, normalmente, para ligar computadores desktops e seus periféricos, como impressoras, monitores, alguns modelos de caixas de som etc. O estabilizador é o mais comum em residências. A função deste dispositivo, como o próprio nome sugere, é estabilizar a tensão elétrica de entrada, de forma que a saída forneça sempre a mesma tensão.
Estabilizadores corrigem a tensão de entrada de computadores (Foto: Reprodução)

Pelo fato dos PCs terem componentes eletrônicos muito sensíveis, o uso de um aparelho destes é indispensável. Ele protege os equipamentos eletrônicos contra surtos de energia, ou seja, é muito semelhante ao filtro de linha. A diferença é que, normalmente, possui um transformador, que converte a tensão de entrada no valor correto usado nos computadores. Dessa forma, se a voltagem da residência é 220 V, utiliza-se um estabilizador para passar a voltagem para 110 V.
A faixa de preço de um bom modelo de 300 VA é de R$ 50 a R$ 100. Caso seja necessário conectar equipamentos que precisem de mais corrente para funcionar ou mais aparelhos em um único estabilizador, aconselha-se a utilização de um com, pelo menos, 600 VA, que custa, em média, a partir de R$ 180.
Nobreak
Os nobreaks são estabilizadores com baterias internas. Quando ocorre queda na energia elétrica, o equipamento continua funcionando por um período de tempo. Dessa forma, o usuário pode salvar seu trabalho e desligar o computador de forma segura, sem colocar em risco os componentes eletrônicos internos dos dispositivos.
Nobreaks evitam o desligamento dos equipamentos na falta de energia elétrica (Foto: Reprodução)










É importante salientar que existem dois tipos de nobreaks: online e offline. O modelo online faz o chaveamento para o uso da bateria no momento em que a energia é cortada. Já o offline demora uma fração de segundo para ativar a bateria. De modo geral, por ser mais caro, o primeiro é indicado principalmente para de quem tem um servidor ou um equipamento muito sensível. Entretanto, qualquer nobreak é maior e mais pesado do que simples estabilizadores.
Os mais simples custam, em média, a partir de R$ 170 reais. No entanto, aconselha-se examinar as características dos equipamentos que deseja conectar a ele para efetuar uma compra adequada. E lembre, este aparelho serve para que o usuário não perca dados importantes quando houver uma queda de energia. Não pense em comprá-lo para continuar trabalhando por horas sem energia elétrica. Os nobreaks são mais utilizados em escritorios, pequenas empresas e etc.
Agora que você já sabe o que é um filtro de linha, um nobreak e um estabilizador, escolha aquele que mais tem a ver com a sua necessidade para proteger seu aparelho de possíveis danos causados por instabilidade elétrica. 

domingo, 3 de novembro de 2013

Entenda a diferença entre hub, switch, roteador e modem

           Hub, Switch, Modem e Roteador: quem é quem? (Foto: Divulgação)


Quem nunca teve essa duvida entre hub, switch, roteador e modem que atire a primeira pedra. Tenho certeza que todos nós tivemos essa duvida, hoje eu irei mostrar a diferença deles. Hubs, switches, roteadores e modems são equipamentos de distribuição e conexão de rede que, apesar de terem funções parecidas, eles são diferentes um dos outros pela maneira como executam seus trabalhos. É importante conhecer alguns detalhes sobre eles, como por exemplo, ao comprar um produto para compartilhar uma conexão de internet ou ampliar uma rede local. Para ajudá-los, vamos mostrar a diferença entre os quatro aparelhos acima. Vamos conhecê-los?

Hub
O hub é a base das redes mais antigas, sendo um dos primeiros a serem usados pelas empresas em redes locais. Basicamente, ele conecta os computadores de uma rede e possibilita a transmissão das informações entre eles. Porém, é exatamente nesta transmissão que está o seu ponto fraco ao pegar a informação de um computador para enviar, ele passa as informações por todos os computadores até encontrar o destinatário final.  Isto causa um tráfego enorme, além de expor os dados a qualquer um que esteja conectado nela, gerando um sério problema de segurança. Por esta causa é um equipamento ultrapassado, que quase nenhuma empresa utiliza mais, muitas pessoas nem conhece o hub.                                                                                                                                                                     O hub era a base das redes mais antigas (Foto:Divulgação)
Embora poucas empresas ainda o usem (acredite, isso ainda acontece), ele foi perdendo espaço à medida que os fabricantes criaram uma solução mais inteligente para substituí-lo: o switch.
Switch
Criado principalmente para resolver os problemas que o hub apresentava, o switch é um equipamento que apresenta basicamente a mesma função executada de uma maneira diversa. Diferente de seu antecessor, um comutador, como também é chamado, recebe a informação a ser transmitida e a repassa apenas para o destinatário, evitando expô-la a outros computadores. O aparelho guarda os endereços dos destinatários em uma tabela na sua memória. Desta forma, ele consegue entregar as informações unicamente à máquina destinada e, assim, consegue ainda diminuir o tráfego da rede e a segurança aumenta com isso.
                                                                        O Switch é o sucessor do Hub (Foto: Divulgação)
Quanto aos recursos, os comutadores podem ser classificados como gerenciáveis e não gerenciáveis. A principal diferença entre eles é que o primeiro se limita a apenas conectar dispositivos e transmitir dos dados dentro da rede, enquanto o segundo, além de fazer isso, conta com ferramentas que permitem administrá-lo remotamente ou até mesmo ver relatórios sobre determinados aspectos da rede e seu uso.Vale lembrar que mesmo em uma rede com um switch ainda é possível capturar informações, através de técnicas de sniffer. É necessário que o equipamento tenha algum tipo de proteção especial para evitar este tipo de roubo. Na maioria das vezes essa proteção é feita nas empresas.
Roteador
O roteador é um equipamento que faz o papel de um intermediador, possibilitando a troca de pacotes entre redes separadas, ele conecta e isola diferentes redes. Este trabalho é realizado seguindo um conjunto de regras que são encontradas na tabela de roteamento.
O uso de aparelhos do gênero é comum em situações em que é necessário interligar redes diferentes, mas que, ao mesmo tempo, é preciso mantê-las isoladas. Na prática, quem está em uma delas não consegue enxergar diretamente a outra, a menos que utilize o dispositivo como “caminho”para isso.
O roteador conecta e isola diferentes redes (Foto: Divulgação)
Roteadores podem ser encontrados na forma de equipamentos fechados ou como computadores com mais de uma placa de rede, usando um sistema operacional configurado para esta função. Nesse último caso, boa parte dos PCs usados como firewall também atuam como roteador por causa do inerente trabalho de segurança desse tipo de funcionalidade.
Modem
O modem é o mais usado em casas, ele é um dispositivo eletrônico que modula um sinal digital em uma onda analógica, capaz de ser transmitida pela linha telefônica, e que demodula o sinal analógico e o converte novamente para o formato digital original, criando uma comunicação entre dois pontos. É exatamente por causa desta característica que o aparelho tem este nome, que vem da junção das palavras (mo)dulador e (dem)odulador.
O modem conecta dois pontos através da modulação e demodulação (Foto: Divulgação)
No entanto, é importante ressaltar que, diferente dos modems para acesso discado, os ADSL não precisam converter o sinal de digital para analógico e vice-versa, porque ele é sempre digital - o que pode, inclusive, ser visto no nome da tecnologia: ADSL – Asymmetric Digital Subscriber Line.
Convergência e enganação
Nos dias de hoje vêm surgindo equipamentos com várias das funcionalidades aqui citadas integradas em um único lugar. Um bom exemplo são os modems ADSL com Wi-Fi. Estes aparelhos contam com as funções de switch, modem e roteador. Nestes casos, o principal beneficiado é o consumidor, que pode usar um aparelho sem ter que se preocupar muito com os detalhes de suas funções, pois normalmente eles são bem integrados. Entretanto, mesmo estes produtos exigem do usuário algum conhecimento prévio dos conceitos de redes abordados aqui, para serem bem utilizados. As vezes pedimos para técnicos virem em nossas residências por causa que a internet não esta pegando ou coisa parecida, com um pouco de conhecimento nós podemos resolver esse problema.
   Um modem ADSL Wi-Fi traz várias funções em um único equipamento (Foto: Divulgação)
Esse modem ADSL Wi-Fi mesmo que está acima, traz várias funções em um único equipamento.
O resumo disso tudo é que, mesmo com equipamentos melhorados e cada dia mais fáceis de serem usados, quando se trata de redes, é sempre bom entender um pouco mais para não correr o risco de comprar algo poderoso ou simplório demais para as suas necessidades.
Uma dica vale para qualquer equipamento: dê preferência a marcas conhecidas, porque isso pode evitar transtornos no futuro. 
Espero te ajudado vocês a conhecer um pouco mais sobre esses quatros equipamentos. Qualquer dúvida comente aí!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Meus queridos leitores,  hoje falaremos sobre o PHP (Hypertext Preprocessor). 

Tenham boa leitura!

O que é PHP?

PHP é uma linguagem de programação criada com a intenção de juntar os programas PERL (linguagem programação voltada para a criação de programas de interface no computador) e CGI (linguagem de criação de páginas dinâmicas que permitem que um servidor aloje informações na Web, possibilitando os futuros acessos). Para que ele funcione é necessário o uso de um servidor próprio como o APACHE, EASYPHP, XAMP e outros.

Para quê serve o PHP e quais suas vantagens?

Sendo um programa muito versátil, podemos utilizá-lo para quase qualquer coisa. Normalmente sua utilização encontra-se na criação de formulários, páginas dinâmicas e para mandar e receber cookies.  Devido a facilidade de utilização dos códigos PHP, muitas vezes eles são tidos como adendos para códigos HTML de modo a facilitar a programação para o programador.
As notáveis vantagens de se usar o PHP encontram-se em:

1º - Métodos de envio seguro dando ao programador o poder de escolher a exibição de dados no navegador ou não, utilizando os seguintes códigos: POST (método de envio invisível. Com este comando, amenos que o usuário tenha vasto conhecimento em PHP ele não terá acesso ao que se está transmitindo. Recomendado para senha e afins) GUETH (método de envio visível. Com este método qualquer usuário pode ver e ter acesso aos dados transmitidos no navegador. Recomendo para fóruns e afins).

2º - Segurança nos códigos. No nosso querido PHP, os códigos inseridos para exibição da página não são revelados quando se opta por exibir o código fonte da página (mesmo sem a opção POST. Quando se opta por usar o PHP como adendo do HTML o primeiro mantem seus códigos seguros exibindo apenas os códigos do primeiro).Por esse motivo ele muitas vezes é utilizado na criação de jogos já que seu código apenas é exibido para quem possui o servidor utilizado em sua criação.

3º - Facilidade de utilização dos códigos. Mesmo em grandes tarefas os códigos PHP são bem reduzidos e algumas de suas funcionalidades podem ser definidas na barra de tarefas dos editores de páginas Web, como o Dreamweaver.


Veja a seguir alguns códigos PHP:



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

HTML (Continuação)

Como prometido viemos mostrar um pouco mais do HTML para vocês. Nessa postagem iremos conhecer novas tags.

Tags básicas para Fonte e Texto

Itálico:  <i>texto</i>
Sublinhado<u>texto</u>
Negrito<b>texto</b>
Texto Riscado: <s>texto</s>
Centralizar<center>texto</center>
Alinhar texto à esquerda: <p align="left">texto</p>
Alinhar texto à direita<p align="right">texto</p>
Mudar cor do texto<font color="red">texto</font>
Mudar a fonte<font face="Arial">texto</font>
Mudar o tamanho: <font size="2">texto</font>
Novo Parágrafo<p>texto</p> 
Esta tag inicia um novo parágrafo deixando uma linha em branco entre o novo parágrafo e o parágrafo anterior.
Quebra de linha: <br>
Esta tag faz com que o texto que vier a seguir mude para a linha seguinte.Colocando esta tag duas vezes seguidas faz o  efeito de uma tag de parágrafo.

Inserir imagem 

Para inserir uma imagem usa se a tag <img src="imagem.jpg">.
Coloca a pasta onde a imagem está.Ex: <img src="pasta/imagem.jpg"- abre a imagem
Em seguida coloque o nome da imagem e o formato dela.

Definir Altura e Largura

Para definir a largura usa-se "width". Para definir a altura usa-se "height". 
<img src="imagem.jpg" width="300" height="150"> 

 Contorno da Imagem

Para colocar contorno na imagem usa-se "border". <img src="imagem.jpg" border="5"> 
Se você colocar border=0, a imagem não terá contorno. Sendo assim, quanto mais elevado o valor atribuido a border, maior ficará a espessura do contorno da imagem

Criar tabelas

Tags para inserir tabelas básicas:
<table>: tag para inicializar e finalizar uma tabela.
<tr>: tag para inserir uma linha.
<td>: tag para inserir uma coluna.
Exemplo de uma tabela simples:
<table border="3">
<tr>   <td>1º célula</td> <td>2º célula</td> <td> 3º célula</td>   </tr>
<tr>   <td> 4º célula</td> <td> 5º célula</td> <td>6º célula</td>   </tr>
</table>
e o resultado é:

1º célula2º célula3º célula
4º célula5º célula6ºcélula

Nessa postagem conhecemos o HTML um pouco mais a fundo, aprendemos a criar tabelas, inserir imagem e modificar texto. 

Ter ou não ter? Eis a questão...

Desde a época das cavernas o homem vem desenvolvendo e aprimorando ferramentas para facilitar a vida. Antes da Revolução Industrial, os homens eram forçados a testar sua capacidade física para serem adequados aos trabalhos que deviam realizar. Mas após o ocorrido, quase todo o trabalho manual passou a ser industrializado pela criação de máquinas que faziam melhor e de modo mais eficiente o trabalho que seria realizado por um ou mais homens. 

Com o passar dos anos, cada vez mais as máquinas ganharam espaço e investimento, e com o desenvolvimento da tecnologia expandido a um ritmo intenso e acelerado, fica cada vez mais presente a questão: Será que as máquinas substituirão de vez os homens? Até que ponto toda a tecnologia existente nos ajuda? O excesso de tecnologia pode nos atrapalhar? E se, num futuro não muito distante, as máquinas, robôs, etc., estiverem em número maior ou igual ao nosso, teremos então uma Revolução das Máquinas?

Desde que a tecnologia está presente em nossas vidas, vem abrindo espaço e despertando o interesse na mente de muitos escritores, roteiristas, e pessoas que apenas gostam de opinar. Sendo assim, há ao redor do mundo diversos livros e filmes sobre o assunto. Como: Eu, Robô, A.I – Inteligência Artificial, Blade Runner, Wall-E, entre outros.

Em Blade Runner, por exemplo, em 2019 a Terra está cheia de “replicantes”, seres geneticamente modificados, com aparência física praticamente idêntica a humana, descritos como “mais humanos do que os humanos”, porém são mais ágeis e fortes, agressivos e emocionalmente instáveis, levando a um ponto onde representam perigo aos humanos, havendo assim a proibição de sua existência. Os que sobram são caçados, e ao decorrer do filme os replicantes exibem cada vez mais características humanas, enquanto os humanos tomam atitudes cada vez mais desumanas. No fim, a mesma questão que preocupa os replicantes, acaba sendo motivo de preocupação para os humanos. 


Há mais de dez anos robôs já vêm sendo utilizados com fins de guerra e espionagem. Os Estados Unidos possuem um amplo leque de tecnologia avançada, devido ao seu alto investimento. Eles utilizam, por exemplo, aviões não tripulados, que podem ser controlados dos EUA, robôs usados para desarmar bombas a distância, prevenindo assim maiores danos aos soldados, e ao redor do mundo, já existem diversos laboratórios focados em criar robôs autônomos com a função de irem para futuras guerras, com chips que permitem a capacidade de se regenerarem ao sofrer algum dano, altamente equipados com armas de fogo, e inteligência para maior eficácia ao atacarem um alvo, tendo em vista causar o maior estrago possível. Não vai demorar muito tempo para que as coisas retratadas nesses filmes possam realmente acontecer. Cada vez mais o homem vem perdendo espaço para inovações tecnológicas. O que nos leva a pensar sobre a possibilidade de acabarmos como no filme Wall-e.

A animação da parceria Disney-Pixar, conta a história do planeta sem condições de ser habitado, restando apenas um robô e uma barata. Até que uma sonda mandada do espaço, onde agora vivem os humanos, chega para constatar se há ou não a possibilidade de voltar para a Terra. Após ficar amiga do robô, esse a mostra uma pequena planta, achada crescendo entre o lixo, e ela a leva para a nave, Axiom, onde os humanos se encontram num estado de obesidade mórbida e completamente dependentes dos sistemas automáticos da nave. 



O filme culpa o consumismo em massa desenfreado pelo estado em que as coisas chegaram. Se compararmos a realidade de hoje, não é impossível imaginar isso acontecendo. Toda a tecnologia existente traz suas vantagens, como a facilidade em realizar nossas tarefas cotidianas, e até certa comodidade, afinal, graças a internet você não precisa sair de casa para praticamente nada, você pode se comunicar através dela, fazer compras, pagar contas, assistir filmes... Porém, toda essa facilidade pode gerar um comodismo nada saudável, e embora seja feito para aumentar nossos benefícios, o uso desenfreado pode acarretar dependência e nos transformar em alienados, preguiçosos e incapazes de desenvolver uma linha de pensamento. 

A tecnologia hoje é indispensável e crucial para a realização de diversas tarefas, e sem dúvidas um adianto nas nossas vidas. A questão é: Seremos capazes de estabelecer um limite? Ou acabaremos reféns das nossas próprias criações? 





O que é CSS3?

O Cascading Style Sheets (CSS) é uma "folha de estilo" composta por “camadas” e utilizada para definir a apresentação (aparência) nas páginas da internet que adotam para o seu desenvolvimento linguagens de marcação (como XML, HTML e XHTML). O CSS define como serão exibidos os  código de uma página da internet ,e sua maior vantagem é efetuar a separação entre o formato e o conteúdo de um documento.


Segue esse exemplo criado no bloco de notas e logo abaixo iremos mostrar a imagem já como página de web.

A página aberta no navegador.



Na próxima postagem sobre CSS3 iremos conhecer um pouco mais sobre ele. Aguardem !

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

DOS

Sigla para Disk Operating Systems, é o nome dado ao sistema operacional presente na maioria dos computadores entre 1981 e o surgimento do Windows 95. O mais comum era o MS-DOS, criado para a IBM pela Microsoft.

O sistema operacional do DOS, porém a interface com o usuário não é gráfica, como no windows, mas sim baseada em linhas de comando.

O sistema operacional, que é a base do funcionamento dos computadores, precisava ser simples, já que a potência das máquinas era muito inferior às de hoje. A última versão do MS-DOS foi lançada em 2000. Há, no entanto, um projeto de código aberto do FreeDOS, que continua em desenvolvimento.

 C:\> é o prompt de comando oficial do MS-DOS, e se não alterado, seu aspecto indica a letra da unidade de disco e o caminho corrente (diretório atual), em que se está posicionado

Os principais comandos do DOS são:

dir -Lista as pastas e arquivos do disco.
md - Cria uma nova pasta.
cd - Abre a pasta.
cd.. - Volta um nível de pasta.
rd - Exclui a pasta.
del - Remove do computador o arquivo.
copy - Copia a pasta.
cls - Limpa o conteúdo da tela.
echo - Exibe um conteúdo texto na tela. EX. echo "conteudo"
help - Exibe a relação completa dos comandos.
color/? - Configura as cores padrão de primeiro plano e plano de fundo.
dir/a:h - Mostra os arquivos ocultos.

Obs: O código dir/a:h pode mostrar arquivos ocultos no pendrive, que muitas vezes são vírus. 
O usuário digita a linha referente ao comando desejado (por exemplo, listar os arquivos na raiz do disco C:\DIRETORIO e digita enter, informando que o comando deve ser executado naquele momento.

sábado, 10 de agosto de 2013

Cursos online

Muitos de vocês já ficaram assim na internet, "não tem nada pra fazer na internet hoje" ou "bem que eu queria fazer algo que me traga conhecimento sem sair de casa", coisas desse tipo, certo ?

A Fundação Bradesco criou a Escol@ Virtual que oferece cursos gratuitos e ao final do curso além do conhecimento adquirido, você irá receber um certificado que certamente irá engrandecer o seu currículo para o mercado de trabalho. Além disso você poderá se inscrever e na mesma hora começar o curso. São cursos rápidos, em diversas áreas do conhecimento.

A Escol@ Virtual é um portal de e-Learning dedicado a oferecer cursos a distância - via Internet e semi presenciais.

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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Você sabia como tudo começou ?

Conheça um pouco mais sobre como surgiram as redes sociais que hoje são tão utilizados para conectar as pessoas.

A história das redes sociais: como tudo começou



Com a popularização da internet a partir dos anos 2000, outro tipo de serviço de comunicação e entretenimento começou a ganhar força: as redes sociais. Atualmente, a variedade de produtos desse mercado é enorme. Com alternativas que vão muito além de apenas Facebook, Twitter, Orkut e MySpace, nós temos gastado cada vez mais tempo do nosso dia interagindo com outras pessoas através das redes sociais.

Mais você tem ideia de quando ou como as redes sociais surgiram? Quais foram os serviços pioneiros ou o que podemos esperar desses serviços daqui pra frente ?

Como tudo começou


Os primeiros relatos de serviços que possuem características de sociabilizar dados surgem no ano de 1969, com o desenvolvimento da tecnologia dial-up e o lançamento do CompuServe — um serviço comercial de conexão à internet em nível internacional muito propagado nos EUA.
Outro passo importante nessa evolução foi o envio do primeiro email em 1971, sendo seguido sete anos mais tarde pela criação do Bulletin Board System (BBS), um sistema criado por dois entusiastas de Chicago para convidar seus amigos para eventos e realizar anúncios pessoais. Essa tecnologia usava linhas telefônicas e um modem para transmitir os dados.

Aproximando-se do que conhecemos hoje


Os anos seguintes, até o início da década de 90, foram marcados por um grande avanço na infraestrutura dos recursos de comunicação. 

Contudo, o fato mais marcante desse período foi quando a America Online (AOL), em 1985, passou a fornecer ferramentas para que as pessoas criassem perfis virtuais nos quais podiam descrever a si mesmas e criar comunidades para troca de informações e discussões sobre os mais variados assuntos. Anos mais tarde (mais precisamente 1997), a empresa implementou um sistema de mensagens instantâneas, o pioneiro entre os chats e a inspiração dos “menssengers” que utilizamos agora.

Seguir, compartilhar, curtir e muito mais


Enfim elas, as redes sociais...


O ano de 1994 marca a quebra de paradigmas e mostra ao mundo os primeiros traços das redes sociais com o lançamento do GeoCities. O conceito desse serviço era fornecer recursos para que as pessoas pudessem criar suas próprias páginas na web, sendo categorizadas de acordo com a sua localização. Ele chegou a ter 38 milhões de usuários, foi adquirido pela Yahoo! cinco anos depois e foi fechado em 2009.


 O Classmates visava disponibilizar mecanismos com os quais os seus usuários pudessem reunir grupos de antigos colegas de escola e faculdade, viabilizando troca de novos conhecimentos e o simples ato de marcar reencontros. Essa rede social ultrapassou 50 milhões de cadastros e acredite sobrevive até hoje, mas com um número menor de participantes.

Aumento da tecnologia e a primeira "rede social"


Por volta dos anos 2000, a internet teve um aumento significativo de presença no trabalho e na casa das pessoas. Com isso, as redes sociais alavancaram uma imensa massa de usuários e a partir desse período uma infinidade de serviços foram surgindo.
Em 2002, nasceram o Fotolog e o Friendster. O Fotolog ainda existe, tem cerca de 32 milhões de perfis, já veiculou mais de 600 milhões de fotos e está presente em mais de 200 países.
Por sua vez, o Friendster foi o primeiro serviço a receber o status de “rede social”. Suas funções permitiam que as amizades do mundo real fossem transportadas para o espaço virtual. Esse meio de comunicação e socialização atingiu 3 milhões de adeptos em apenas três meses — o que significava que 1 a cada 126 internautas da época possuía uma conta nele.


Em seguida, ao longo de 2003, foram lançados o LinkedIn (voltado para contatos profissionais) e o MySpace (que foi considerado uma cópia do Friendster). Ambos ainda estão no ar e com um uma excelente reputação. Atualmente, o LinkedIn conta com mais de 175 milhões de registros (sendo 10 milhões deles brasileiros) e o MySpace marca 25 milhões apenas nos EUA — embora esse número já tenha sido maior. Você pode percebe que muitas dessas "redes sociais" que ainda existem são desconhecidas para a maioria dos usuários brasileiros.
 

Anos futuro


Eis que chegamos à época em que as redes sociais caíram no gosto dos internautas e viraram máquinas de dinheiro. 2004 pode ser considerado o ano das redes sociais, pois nesse período foram criados o Flickr, o Orkut e o Facebook — algumas das redes sociais mais populares, incluindo a maior de todas até hoje.

O Orkut dispensa apresentação. A rede social da Google foi durante anos a mais usada pelos internautas brasileiros ate em dezembro de 2011.
 
Apesar de ter sido criado em 2004, dentro do campus da Universidade de Harvard, o Facebook só chegou à grande massa de usuários no ano de 2006. De lá para cá, a rede social é sinônimo de sucesso e crescimento inclusive no Brasil, superando a incrível marca de 908 milhões de pessoas cadastradas. Hoje, a marca está avaliada em US$ 104 bilhões.
Um dos grandes desejos de Zuckerberg é comprar o Twitter, o microblog revelado em 2006 e que atualmente é aquele que mais chega perto do Facebook em número de adeptos, tendo 500 milhões de registros — embora a estimativa é de que “apenas” 140 milhões o utilizam com frequência.
A mais recente rede social a entrar nessa complicada disputa é o Google+, um dos mais novos serviços da gigante de Mountain View. Lançado oficialmente em 2011, esse serviço tem por volta de 400 milhões de inscritos (somente 25% deles estão ativos). 

O futuro das redes sociais



E quais seriam os próximos passos das redes sociais? Relatórios recentes apontam que esse tipo de serviço atrai mais de 1 bilhão de pessoas, o que representa cerca de um sétimo da população total do planeta. Isso significa que os sites de relacionamento ainda têm muito para crescer. Como instagram que em fevereiro de 2013 já possuía mais de 100 milhões de utilizadores no mundo.

Fonte: Tecmundo